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Lembrete por WhatsApp: o que custa e o que não fazer

Disparar lembrete em massa pelo celular da recepção parece grátis, e é o tipo de uso que a Meta pode bloquear. A API oficial cobra por mensagem.

Na maior parte das clínicas, o lembrete já existe: a recepção passa a manhã no WhatsApp perguntando “confirma?”, uma conversa por vez. O passo seguinte, que muita gente tenta, é automatizar isso no mesmo número — e é aí que o problema começa.

O que não fazer

Disparo em massa pelo aplicativo do celular é uso que a Meta pode bloquear. E o número bloqueado é o mesmo que os pacientes já têm salvo — o prejuízo não é o lembrete, é o canal inteiro.

O que custa fazer certo

A API oficial da Meta cobra por mensagem de lembrete enviada. É valor por mensagem, e sai discriminado no orçamento — junto com o custo da manutenção mensal, que é um plano à parte. O lembrete por e-mail, no mesmo sistema, vem incluso.

O que o lembrete precisa ter

  • Nome do paciente, especialidade e horário preenchidos sozinhos, 24 horas antes.
  • Texto editável pela clínica, com prévia antes de disparar.
  • Um jeito de a recepção ver quem ainda não respondeu — porque é para esses que ela vai ligar.

E na sua clínica, como isso está hoje?

Manda o nome da clínica no WhatsApp. O diagnóstico gratuito começa pelo que aparece no Google hoje — e às vezes a resposta é que ainda não é hora de nada.

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