Landing page ou site: o que a clínica precisa primeiro
Landing page vive de anúncio; sem ele, ninguém entra. Site vive de busca; sem página por especialidade, ninguém acha. A ordem depende de uma pergunta.
A pergunta é: quem pesquisa o nome da sua clínica no Google hoje encontra a clínica? Se não, o primeiro passo é o site. Se sim, e o que você quer é encher a agenda de um procedimento específico, aí entra a landing page.
O que a landing page faz — e o que não faz
É uma página só, sobre um procedimento só, feita para receber o clique de um anúncio. Sozinha, ela quase não aparece na busca: não tem as páginas de especialidade que fazem um site ser encontrado. Sem verba de anúncio, fica pronta e ninguém entra.
O que o site faz — e o que não faz
De 4 a 6 páginas: home, contato e uma para cada especialidade, todas com o nome da cidade. É o que responde a “ortodontia Pelotas” e continua rendendo depois que qualquer campanha acaba. O que ele não faz é concentrar o clique de um anúncio num procedimento: para isso existe a página de captação — uma página, um procedimento, o WhatsApp no fim.
E o sistema?
Se o telefone já toca e o problema é a recepção não dar conta de confirmar, mais paciente entrando piora. Aí nem site nem landing page: o gargalo é a agenda. É a resposta que às vezes damos no diagnóstico — “nenhuma das três, ainda” também é resposta.